Estudar e trabalhar na Austrália: guia completo para brasileiros (atualizado em agosto de 2025)

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Resumo

A Austrália é um dos destinos mais populares entre brasileiros que querem estudar inglês e trabalhar legalmente. O país oferece qualidade de vida altíssima, clima agradável, cidades modernas e uma política clara para estudantes internacionais. O Student Visa Subclass 500 permite estudar em cursos de idiomas, técnicos (VET) ou universidades, com a possibilidade de trabalhar durante os estudos. Neste guia, você vai entender como funcionam os vistos, quais setores mais contratam, quanto custa viver na Austrália e dicas práticas para brasileiros.

Por que Austrália?

  • Idioma oficial: inglês, falado com sotaque australiano, mas universalmente aceito.
  • Clima agradável e diversidade de paisagens: praias, desertos, cidades cosmopolitas.
  • Grande comunidade de brasileiros, especialmente em Sydney, Melbourne, Brisbane e Gold Coast.
  • Mercado de trabalho aquecido em setores de serviços, turismo e construção.
  • Possibilidade de permanecer após os estudos com o Temporary Graduate Visa (Subclass 485).

Regras de visto para brasileiros e permissão de trabalho

Student Visa Subclass 500

  • Necessário para cursos acima de 3 meses (idiomas, VET, graduação, pós).
  • Documentos exigidos:
    • Carta de aceitação da escola/instituição.
    • Comprovação financeira: aprox. AUD 29.710 por ano (para estudante + AUD 10.394 por dependente).
    • Seguro saúde obrigatório (OSHC – Overseas Student Health Cover).
    • Passaporte válido.

Permissão de trabalho

  • Estudantes com visto Subclass 500 podem trabalhar até 48 horas por quinzena (fortnight) durante o período letivo.
  • Durante férias oficiais do curso, é permitido trabalho em tempo integral.
  • Dependentes de estudantes de mestrado ou doutorado podem trabalhar em tempo integral.

Visto pós-estudo (Subclass 485 – Temporary Graduate Visa)

  • Disponível para quem conclui cursos de nível superior.
  • Validade: até 2 a 4 anos, dependendo da qualificação.
  • Permite trabalhar em tempo integral após a graduação.

Mercado de trabalho: áreas mais quentes

A Austrália possui baixa taxa de desemprego e forte demanda por trabalhadores. Para estudantes internacionais, as principais áreas são:

SetorOportunidades práticas
Hospitalidade e TurismoRestaurantes, cafés, bares, hotéis; funções de garçom, barista, recepção.
Construção civilDemanda crescente, especialmente em Sydney e Melbourne.
Limpeza e serviços geraisVagas flexíveis, adequadas para estudantes iniciantes.
VarejoLojas, shoppings, supermercados.
Cuidados pessoais / aged carePara quem faz cursos técnicos na área, há muita procura.
TI e saúdePara estudantes em cursos superiores, a Austrália é referência em oportunidades pós-estudo.

Qualidade de vida

  • Segurança: índices de criminalidade baixos, cidades seguras.
  • Transporte: sistemas eficientes em Sydney, Melbourne e Brisbane. Cartões como Opal (Sydney) e Myki (Melbourne) são essenciais.
  • Clima: varia de tropical (Queensland) a temperado (Melbourne, Sydney). Invernos amenos comparados à Europa.
  • Estilo de vida: forte cultura de praia, esportes ao ar livre e contato com a natureza.
  • Comunidade brasileira: presença marcante, com redes de apoio em todas as cidades principais.

Quanto custa viver na Austrália (2025, contextualizado)

ItemFaixa mensal típica em Sydney / MelbourneInterpretação custo para BR
Moradia (quarto em ap compartilhado)AUD 1.000-1.600 (~R$3.400-5.400)Alto nas grandes cidades; mais acessível em Brisbane ou Adelaide.
AlimentaçãoAUD 400-600 (~R$1.300-2.000)Moderado se cozinhar.
TransportePasse mensal AUD 150-220 (~R$500-750)Moderado, depende do trajeto.
Utilidades + InternetAUD 150-200 (~R$500-700)Moderado.
Lazer, celular, extrasAUD 200-400 (~R$650-1.300)Variável.

Total mensal estimado: AUD 1.900-3.000 (~R$6.500-10.300).

  • Em cidades menores, pode cair 20-30%.
  • Comparado ao Brasil: custo moderado-alto, mas proporcional aos salários mínimos (AUD 24,10/hora em 2025).

Seu 1º mês na Austrália — exemplo prático

SemanaAtividades típicas
Semana 1Chegada, instalação, compra de chip (Telstra, Optus, Vodafone), início das aulas.
Semana 2Solicitar TFN (Tax File Number), necessário para trabalhar legalmente.
Semana 3Ajustar currículo ao padrão australiano, aplicar para vagas em hospitalidade e serviços.
Semana 4Primeiros turnos de trabalho, adaptação ao ritmo estudo + job, explorar praias locais.

Dicas práticas para brasileiros

  • Currículo (resume): simples, em inglês, destacando experiência prática.
  • TFN: sem ele, não é possível trabalhar legalmente.
  • Networking: muitos estudantes conseguem empregos por indicação, especialmente em comunidades de brasileiros.
  • Moradia: cuidado com anúncios em grupos; prefira contratos formais.
  • Transporte: use cartões locais para desconto em tarifas.
  • Saúde: o OSHC cobre consultas médicas básicas, mas é importante entender os limites da cobertura.

Erros comuns que travam visto / trabalho

  • Trabalhar mais horas do que permitido (48h por quinzena fora das férias).
  • Não contratar o OSHC → requisito obrigatório para o visto.
  • Não solicitar o TFN → impede contratação formal.
  • Falta de frequência nas aulas → risco de cancelamento do visto.
  • Ignorar comprovação financeira → exigida na aplicação.

Perguntas frequentes (FAQ)

  1. Brasileiro precisa de visto para estudar na Austrália?
    Sim, para cursos acima de 3 meses, o Student Visa Subclass 500 é obrigatório.
  2. Posso trabalhar durante os estudos?
    Sim, até 48h por quinzena, e em tempo integral durante férias.
  3. Quanto custa viver na Austrália?
    Entre AUD 1.900-3.000/mês, dependendo da cidade e estilo de vida.
  4. É fácil conseguir emprego?
    Sim, em hospitalidade, construção e serviços gerais. Mas inglês intermediário ajuda muito.
  5. Posso ficar após os estudos?
    Sim, com o Temporary Graduate Visa (485), válido de 2 a 4 anos.

Conclusão

A Austrália é um destino completo para brasileiros que querem estudar inglês e trabalhar legalmente. O visto Subclass 500 garante direitos claros, o mercado de trabalho é aquecido e o estilo de vida é invejável. Com planejamento financeiro, dedicação ao inglês e disposição para se adaptar, a experiência pode render não apenas aprendizado, mas também uma carreira internacional.

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